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Desvendando o Chapéu Panamá

Voltei para ficar, minha gente! Sim, sumi, mas voltei com muitas novidades para contar! Enfim, vamos ao que interessa...


Apesar do inverno não ter nos castigado muito este ano, não paro de pensar que o verão está chegando, e com ele todas as delícias da estação mais divertida do ano (não tem jeito, eu nasci praiana, sou muito mais feliz perto do mar). Quando chega nesta época do ano, fico checando os lançamentos das principais marcas de moda praia, mas acima de tudo fico sempre feliz de ver que alguns clássicos continuam firmes e fortes, como é o caso do chapéu Panamá (que tem este nome, apesar de ser fabricado no Equador, porque o presidente americano, Roosevelt, usou um modelo durante uma visita ao canal do Panamá). A calhar com o meu espírito de “eba o verão está chegando” fiz uma viagem para os Emirados Árabes e Bahrein (podem aguardar um post ENORME sobre estes lugares)... Como está muito, mas muito calor mesmo por lá, resolvi desenterrar meu chapéu Panamá para me acompanhar nesta viagem. Ele é um clássico, e já virou meu companheiro há alguns verões. Além de proteger o rosto do sol, é duma elegância que poucas peças possuem... E pode ser usado por homens e mulheres (igualmente) verão afora!

Os Panamás não ficam limitados apenas à praia. Como fiz muito nesta última viagem, também podem e devem ser usados para passear em um dia de sol, acompanhado de vestidinho leve e sandália. Vale sempre lembrar que clássicos são sempre versáteis e ajudam muito na hora de montar um look! Porém, o uso de chapéus, de um modo geral, deve ser feito de forma muito pensada em relação a outros acessórios. É importante ser cuidadosa com os óculos de sol que serão usados em combinação com o chapéu, por exemplo. Afinal, você não quer parecer que está saindo disfarçada, certo? Usar brincos grandes também pode ser arriscado, e cabelos soltos também pode não ser uma boa ideia. O ideal mesmo é uma usar um coque baixo e solto, ou uma trança de lado, com brincos médios, ou um básico brinco de pérolas, por exemplo. Assim o resultado fica certeiro – simples e elegante. Tudo isto combina muito com a estação onde o que mais queremos é curtir a vida, não?
 

Pois bem, agora considerando a parte mais técnica da coisa, resolvi contar um pouquinho para vocês sobre o Panamá da marca Pachacuti, que foi uma aquisição que fiz há alguns anos atrás. Até comprar meu Pachacuti eu desconhecia a versatilidade deste acessório e achava que um chapéu Panamá era apenas uma referencia a um estilo/formato de chapéu. Na verdade, existem várias gradações para classificar um chapéu Panamá, e esta gradação tem a ver com as fibras com as quais os chapéus são feitos. Um Panamá genuíno é fabricado no Equador com a palha da planta Carludovica Palmata (não, ninguém precisa se lembrar disto). Quanto mais desta tal de “Carludovica” no seu Panamá, mais lindo e mais caro ele fica. Para vocês terem uma ideia, na Pachacuti os chapéus tem gradações que vão do 1 ao 16, sendo que o 1 tem menos da plantinha mágica, e o 16 é purinho purinho.  Um Panamá feito desta planta pode ser enrolado, jogado na mala, desenrolado, e usado novamente sem problemas... Muita mágica! Para ajudar neste processo de desenrolar o Panamá e faze-lo voltar ao formato original, você precisa apenas coloca-lo e um local úmido, como um banheiro com o chuveiro ligado, por exemplo, e moldá-lo com as mãos. Ou seja, com a umidade a palha fica maleável e volta ao formato no qual foi enrolada. É fato, gente, ele volta ao formato original e fica perfeito! Se você tentar enrolar um chapéu que não possui a tal da “Carludovica” as consequências podem ser desastrosas, viu? Você pode nunca mais ter seu chapéu de volta.
 

O meu Panamá é do modelo Fedora, que é um dos mais clássicos, mas existem outros modelos lindos também. Vale a pena pesquisar qual fica melhor no seu rosto e que ofereça uma boa proteção contra o sol (não vale esquecer que este é o propósito de usar este acessório). O preço de um Panamá Pachacuti vai de 38 a 289 libras (conforme a gradação da tal plantinha). O meu, que é gradação 10, saiu por volta de 120 libras. É um investimento que vale 100% a pena. Estamos falando de um clássico dos clássicos, que além de ser um chapéu lindo, se você cuidar da forma correta pode usá-lo para o resto da vida. Junto com o chapéu vêm instruções claras sobre como cuidar dele, e ainda te mandam um certificado com o nome da pessoa que enrolou o seu chapéu. Tudo muito cuidadoso e lindo!
 
 

Existem muitas outras marcas que fabricam autênticos Panamás, mas esta é a única que sei que fabrica seus produtos no Equador mesmo e tem certificado de fair trade (comércio justo). Para mim, pelo menos, é muito bacana saber que além de comprar algo que deseja, você pode deixar uma marca bacana no mundo. E, claro, eles entregam no Brasil (EBA)!

Não custo lembrar vocês sobre o nosso sorteio, certo? Ainda não está participando? Corre para participar, linda! Já está participando? Ajude-nos a divulgar! =)


 Por Barbara Rees
 

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